Os trabalhadores dos Correios reunidos em assembleia no sábado (23), lançaram o Comitê Contra a Privatização dos Correios e deram a largada ...
Os trabalhadores dos Correios reunidos em assembleia no sábado (23), lançaram o Comitê Contra a Privatização dos Correios e deram a largada na campanha salarial.
Em relação ao primeiro ponto foi debatida a necessidade de construir um forte movimento de resistência em relação a já anunciada privatização dos Correios. Para a categoria a solução para os problemas da empresa não passa por sua entrega ao setor privado. Há mais dois anos que não é feito concurso, faltam milhares de trabalhadores e os que estão na empresa tem que conviver com precárias condições de trabalho, resultado de um processo de desmonte que vem sendo implementado há anos na empresa exatamente visando a privatização.
Participaram do lançamento do Comitê prestando sua solidariedade e disposição de desenvolver uma luta conjunta representantes dos petroleiros, trabalhadores da educação, metroviários, entre outros.
Em todas as falas foi destacada a necessidade de unidade de todos os trabalhadores das empresas públicas, em conjunto com os do setor privado, no sentido de combater as propostas que visam privatizar as empresas estatais e os ataques aos direitos da classe trabalhadora.
Os participantes também aprovaram uma Carta contra a Privatização (veja aqui).
Assembleia Geral
Em seguida ao lançamento do Comitê teve início a assembleia geral para debater a campanha salarial e referendar a pauta e o calendário aprovados no CONREP. Os participantes no encontro fizeram um relato dos debates e também destacaram o consenso de todos os 36 sindicatos de fazerem uma luta conjunta. Foi informado que três pontos fundamentais pautaram os debates no CONREP: a luta contra a privatização dos Correios, a necessária unidade de todos os sindicatos nacionais e o Fora Campos fanfarrão, que culpou os trabalhadores pelos problemas dos Correios.
Também as mulheres fizeram um relato dos debates no encontro de mulheres, no qual o RS esteve representado.
Além destas questões, também foi escolhido o representante do RS no comando Nacional de negociação. Foram eleitos Cleber, do CDD Centro, e Luciano, do CDD Restinga.
O SINTECT-RS chama os trabalhadores a se mobilizarem. Esta campanha salarial será uma das mais difíceis, porque agrega a luta em defesa do nosso reajuste, a manutenção dos nossos direitos e contra a privatização da empresa. E será somente a nossa unidade que poderá barrar o processo de privatização e de ataques aos direitos dos ecetistas e da classe trabalhadora.
Fonte:SINTECT/RS
Participaram do lançamento do Comitê prestando sua solidariedade e disposição de desenvolver uma luta conjunta representantes dos petroleiros, trabalhadores da educação, metroviários, entre outros.
Em todas as falas foi destacada a necessidade de unidade de todos os trabalhadores das empresas públicas, em conjunto com os do setor privado, no sentido de combater as propostas que visam privatizar as empresas estatais e os ataques aos direitos da classe trabalhadora.
Os participantes também aprovaram uma Carta contra a Privatização (veja aqui).
Assembleia Geral
Em seguida ao lançamento do Comitê teve início a assembleia geral para debater a campanha salarial e referendar a pauta e o calendário aprovados no CONREP. Os participantes no encontro fizeram um relato dos debates e também destacaram o consenso de todos os 36 sindicatos de fazerem uma luta conjunta. Foi informado que três pontos fundamentais pautaram os debates no CONREP: a luta contra a privatização dos Correios, a necessária unidade de todos os sindicatos nacionais e o Fora Campos fanfarrão, que culpou os trabalhadores pelos problemas dos Correios.
Também as mulheres fizeram um relato dos debates no encontro de mulheres, no qual o RS esteve representado.
Além destas questões, também foi escolhido o representante do RS no comando Nacional de negociação. Foram eleitos Cleber, do CDD Centro, e Luciano, do CDD Restinga.
O SINTECT-RS chama os trabalhadores a se mobilizarem. Esta campanha salarial será uma das mais difíceis, porque agrega a luta em defesa do nosso reajuste, a manutenção dos nossos direitos e contra a privatização da empresa. E será somente a nossa unidade que poderá barrar o processo de privatização e de ataques aos direitos dos ecetistas e da classe trabalhadora.
Fonte:SINTECT/RS

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