A ECT apresentou, na mesa de negociação, um balanço sobre o plano de saúde. Colocam nosso direito como um mero gasto e insistem em tentar re...
A ECT apresentou, na mesa de negociação, um balanço sobre o plano de saúde. Colocam nosso direito como um mero gasto e insistem em tentar reduzir os benefícios do plano. Sua intenção está clara: querem, inicialmente, retirar pai e mãe do plano de saúde e cobrar mensalidades.
Em sua apresentação, a empresa comparou nosso plano de saúde com o dos funcionários do Banco do Brasil, da Caixa Econômica Federal e da previdência. Apenas não levaram em consideração a opinião dos trabalhadores de lá, nem a diferença salarial que existe entre a nossa categoria e essas outras. Este foi o mecanismo dos Correios para dizer que supostamente gastam muito com a nossa saúde. Quase como quem diz que nós não merecemos tanto!
Não abandonaremos nossos pais
Nesta apresentação, ressaltam que são nossos pais que mais gastam. Querem que os trabalhadores dos Correios se acovardem e deixem sem assistência justamente aqueles por quem mais prezamos: nossa família. Não aceitaremos uma imposição como esta, não abandonaremos nossos pais no momento em que eles mais precisam!
Mensalidade no plano de saúde
Ao utilizar o exemplo do GEAP e da CASSI, os Correios deixam clara sua intenção de cobrar mensalidade e aumentar a coparticipação no plano. O GEAP, segundo a própria empresa, possui mensalidade de R$ 448,87 (o órgão paga R$ 183,63 e servidor R$ 265,24). E a CASSI possui mensalidade de 3% da renda e é cobrado inclusive sobre o 13º salário. Além disso, também cobra coparticipação de 30% para consultas e 10% sobre todos os outros eventos ambulatoriais.
Nós já sabemos qual será o impacto dessa cobrança para nós, que recebemos os salários mais baixos entre as empresas estatais! A intenção de cobrar mensalidade ficou clara no ano passado, quando a ECT propôs que os descontos variassem entre 6% e 13% a depender dos dependentes.
Trabalhadores dos Correios lutaram contra a Postal Saúde
Os sindicatos de luta se empenharam na maior greve da categoria contra a implantação da Postal Saúde. Foram 43 dias de greve em que dizíamos que o plano de saúde ia piorar, e infelizmente, estávamos certos.
Conseguimos que não houvesse alteração no contrato do plano, porém houve muitos descredenciamentos, os custos aumentaram, os exames periódicos perderam muito em qualidade. E, para piorar, os custos com a Postal Saúde só aumentaram, demonstrando a criação dessa caixa de assistência apenas serviu como desculpa para mais um cabide de empregos.
Por isso defendemos a volta do Correios Saúde vinculado ao RH da empresa!
Trabalhadores do Banco do Brasil, Caixa e Previdência são críticos ao CASSI e ao GEAP
Inicialmente a GEAP adotava uma contribuição solidária que era 8% do salário-base com um plano único para todos os servidores. Agora, adota o pagamento por cabeça, o que está tornando o plano caro para a família, principalmente para as pessoas de idade avançada.
Com o aumento no valor das mensalidades, o trabalhador não consegue continuar no Plano. O que fez com que a GEAP lançasse outros planos mais baratos com um hall menor de cobertura. Também lança plano mais sofisticados para quem pode pagar mais. Além disso, é possível não participar da GEAP e contratar um plano privado, com o reembolso de uma contrapartida. Isto faz com que cada vez mais, os trabalhadores novos, jovens, optem por ingressar em planos particulares. Sem prestar atenção, estes trabalhadores escolhem uma arapuca, pois quando vão adquirindo família e envelhecendo os planos privados tendem a ficar ainda mais caros. Nota-se uma política deliberada pelo governo de privatização da saúde complementar.
Além disso, os descredenciamentos vão contabilizando mortos. Como foi o caso, em 2012, do secretário de Recursos Humanos do Ministério do Planejamento, Duvanier Paiva Ferreira, morreu após sofrer um enfarte e não ser atendido no Santa Lúcia e Santa Luzia, em Brasília. Os dois estabelecimentos de saúde se recusaram a atender o secretário por não aceitar o plano da GEAP por falta de pagamento.
O CASSI não é muito diferente. Com um custo alto e mensal, os trabalhadores veem seu salário corroído já na fonte.
Se estes são os modelos que a ECT quer adotar para os trabalhadores dos Correios, a resposta que vai ouvir é a maior greve que essa empresa já enfrentou!
Não aceitaremos retirada de direitos
Não aceitaremos mensalidades em nosso plano de saúde
Não aceitaremos a retirara da de nossos pais e mães do nosso plano
Pela volta imediata do Correios Saúde para o modelo de autogestão vinculado ao RH da empresa!
Fonte: Sintcom-PR
Em sua apresentação, a empresa comparou nosso plano de saúde com o dos funcionários do Banco do Brasil, da Caixa Econômica Federal e da previdência. Apenas não levaram em consideração a opinião dos trabalhadores de lá, nem a diferença salarial que existe entre a nossa categoria e essas outras. Este foi o mecanismo dos Correios para dizer que supostamente gastam muito com a nossa saúde. Quase como quem diz que nós não merecemos tanto!
Não abandonaremos nossos pais
Nesta apresentação, ressaltam que são nossos pais que mais gastam. Querem que os trabalhadores dos Correios se acovardem e deixem sem assistência justamente aqueles por quem mais prezamos: nossa família. Não aceitaremos uma imposição como esta, não abandonaremos nossos pais no momento em que eles mais precisam!
Mensalidade no plano de saúde
Ao utilizar o exemplo do GEAP e da CASSI, os Correios deixam clara sua intenção de cobrar mensalidade e aumentar a coparticipação no plano. O GEAP, segundo a própria empresa, possui mensalidade de R$ 448,87 (o órgão paga R$ 183,63 e servidor R$ 265,24). E a CASSI possui mensalidade de 3% da renda e é cobrado inclusive sobre o 13º salário. Além disso, também cobra coparticipação de 30% para consultas e 10% sobre todos os outros eventos ambulatoriais.
Nós já sabemos qual será o impacto dessa cobrança para nós, que recebemos os salários mais baixos entre as empresas estatais! A intenção de cobrar mensalidade ficou clara no ano passado, quando a ECT propôs que os descontos variassem entre 6% e 13% a depender dos dependentes.
Trabalhadores dos Correios lutaram contra a Postal Saúde
Os sindicatos de luta se empenharam na maior greve da categoria contra a implantação da Postal Saúde. Foram 43 dias de greve em que dizíamos que o plano de saúde ia piorar, e infelizmente, estávamos certos.
Conseguimos que não houvesse alteração no contrato do plano, porém houve muitos descredenciamentos, os custos aumentaram, os exames periódicos perderam muito em qualidade. E, para piorar, os custos com a Postal Saúde só aumentaram, demonstrando a criação dessa caixa de assistência apenas serviu como desculpa para mais um cabide de empregos.
Por isso defendemos a volta do Correios Saúde vinculado ao RH da empresa!
Trabalhadores do Banco do Brasil, Caixa e Previdência são críticos ao CASSI e ao GEAP
Inicialmente a GEAP adotava uma contribuição solidária que era 8% do salário-base com um plano único para todos os servidores. Agora, adota o pagamento por cabeça, o que está tornando o plano caro para a família, principalmente para as pessoas de idade avançada.
Com o aumento no valor das mensalidades, o trabalhador não consegue continuar no Plano. O que fez com que a GEAP lançasse outros planos mais baratos com um hall menor de cobertura. Também lança plano mais sofisticados para quem pode pagar mais. Além disso, é possível não participar da GEAP e contratar um plano privado, com o reembolso de uma contrapartida. Isto faz com que cada vez mais, os trabalhadores novos, jovens, optem por ingressar em planos particulares. Sem prestar atenção, estes trabalhadores escolhem uma arapuca, pois quando vão adquirindo família e envelhecendo os planos privados tendem a ficar ainda mais caros. Nota-se uma política deliberada pelo governo de privatização da saúde complementar.
Além disso, os descredenciamentos vão contabilizando mortos. Como foi o caso, em 2012, do secretário de Recursos Humanos do Ministério do Planejamento, Duvanier Paiva Ferreira, morreu após sofrer um enfarte e não ser atendido no Santa Lúcia e Santa Luzia, em Brasília. Os dois estabelecimentos de saúde se recusaram a atender o secretário por não aceitar o plano da GEAP por falta de pagamento.
O CASSI não é muito diferente. Com um custo alto e mensal, os trabalhadores veem seu salário corroído já na fonte.
Se estes são os modelos que a ECT quer adotar para os trabalhadores dos Correios, a resposta que vai ouvir é a maior greve que essa empresa já enfrentou!
Não aceitaremos retirada de direitos
Não aceitaremos mensalidades em nosso plano de saúde
Não aceitaremos a retirara da de nossos pais e mães do nosso plano
Pela volta imediata do Correios Saúde para o modelo de autogestão vinculado ao RH da empresa!
Fonte: Sintcom-PR

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