Nomeado como novo presidente dos Correios no início de junho, o ex-deputado federal e atual presidente do PSD (Partido Social Democrático), ...
Nomeado como novo presidente dos Correios no início de junho, o ex-deputado federal e atual presidente do PSD (Partido Social Democrático), Guilherme Campos Júnior, voltou a afirmar, na última quinta-feira, durante entrevista (ouça a entrevista no final da matéria), que a situação financeira da estatal é bastante grave.
À época da posse, Campos chegou a dizer que os recursos para o andamento normal da empresa se esgotariam no início de setembro. Os Correios fecharam 2015 com um prejuízo de R$ 2,1 bilhões no orçamento. A receita líquida de vendas da empresa cresceu 6,75% em comparação com 2014, enquanto as despesas aumentaram 18,5%. Segundo ele, a previsão para o final deste ano, não é nada animadora.
Entretanto, Camposa firmou que já estão sendo colocadas em prática várias medidas a fim de restabelecer não só o quadro financeiro, mas também a imagem da estatal.
A maior preocupação, ainda segundo o presidente, é quanto à possibilidade de greve, que ele considera já ter sido “naturalizada” pela população.
Mas Campos voltou a descartar a contratação de novos funcionários em 2016 e também disse que não há previsão para o próximo ano.
À época da posse, Campos chegou a dizer que os recursos para o andamento normal da empresa se esgotariam no início de setembro. Os Correios fecharam 2015 com um prejuízo de R$ 2,1 bilhões no orçamento. A receita líquida de vendas da empresa cresceu 6,75% em comparação com 2014, enquanto as despesas aumentaram 18,5%. Segundo ele, a previsão para o final deste ano, não é nada animadora.
Entretanto, Camposa firmou que já estão sendo colocadas em prática várias medidas a fim de restabelecer não só o quadro financeiro, mas também a imagem da estatal.
A maior preocupação, ainda segundo o presidente, é quanto à possibilidade de greve, que ele considera já ter sido “naturalizada” pela população.
Mas Campos voltou a descartar a contratação de novos funcionários em 2016 e também disse que não há previsão para o próximo ano.

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