A assembleia realizada pelo SINTECT-RS no dia 8, no salão da Igreja Pompéia, em Porto Alegre, rejeitou a proposta da empresa e aprovou estad...
A assembleia realizada pelo SINTECT-RS no dia 8, no salão da Igreja Pompéia, em Porto Alegre, rejeitou a proposta da empresa e aprovou estado de greve. A mesma decisão foi também aprovada pelos trabalhadores nas assembleias das subsedes de Pelotas, Litoral, Santa Cruz do Sul, Vale dos Sinos, Caxias do Sul e Passo Fundo.
O encontro iniciou com uma avaliação das campanhas salariais de categorias do segundo semestre. Representantes dos bancários falaram sobre a greve da categoria, que iniciou dia 6 de setembro e reafirmaram a necessidade de unidade da classe trabalhadora, não só contra a retirada de direitos, mas também para barrar as privatizações de empresas como Correios e Petrobrás.
Em seguida, foi feita uma avaliação da campanha salarial dos trabalhadores dos Correios. Foi destacada a mobilização que vem sendo construída, como o lançamento do Comitê Estadual em defesa das empresas estatais, a entrega de carta aberta à população, a paralisação em Novo Hamburgo contra a precarização das condições de trabalho e outras iniciativas.
Quanto a proposta da empresa, foi destacado que a mesma representa um ataque aos direitos dos trabalhadores, como uma reposição que sequer repõe a inflação, retirada do banco de horas, além de retirada de conquistas como o vale peru e rebaixamento de diversas cláusulas.
Não podemos mais aceitar acordos que só nos tiram direitos. Já tivemos a implantação de acordos bianuais, muitos dos nossos acordos foram parar no TST sem qualquer ganho para os trabalhadores.
Fazer a maior greve da categoria
O Sindicato também destacou a importância da participação maciça dos trabalhadores na assembleia com deflagração de greve que está sendo chamada para o dia 14 de setembro. O Sindicato está tomando todas as medidas necessárias para garantir a legitimidade do movimento e conclama a categoria a realizar a maior greve da sua história.
O momento é de ataques aos trabalhadores, com retirada de direitos e privatizações e se não fizermos um forte movimento, esta poderá ser a última luta da categoria como uma empresa pública.
A decisão a ser tomada no dia 14 deve efetivamente representar a vontade e o comprometimento de toda a categoria. Temos que somar força com outras categorias que também lutam em defesa dos direitos e contra a privatização, como bancários, petroleiros e metalúrgicos, entre outras categorias.
Toda a nossa indignação com a proposta rebaixada da empresa e os ataques a direitos da direção do Correios e do governo devem ser convertidos em vontade de lutar e mobilização.
Agenda de atividades
Durante a assembleia também foi anunciada uma agenda de mobilização em conjunto com as demais categorias:
- Dia 12/9 – Ato em defesa das estatais, às 12h, em frente ao Banrisul (Ag da Praça da Alfândega);
- Dia 12/9 – Reunião de delegados e ativistas no Sindicato, às 18 horas. Esta reunião é de fundamental importância para organizarmos o movimento grevista do dia 14;
- Dia 14/9 – às 19h, no salão da Pompeia, Assembleia Geral com deflagração da greve (haverá também assembleias na subsedes);
- Dia 15/9 – Ato unificado.
Fonte: Sintect-RS
O encontro iniciou com uma avaliação das campanhas salariais de categorias do segundo semestre. Representantes dos bancários falaram sobre a greve da categoria, que iniciou dia 6 de setembro e reafirmaram a necessidade de unidade da classe trabalhadora, não só contra a retirada de direitos, mas também para barrar as privatizações de empresas como Correios e Petrobrás.
Em seguida, foi feita uma avaliação da campanha salarial dos trabalhadores dos Correios. Foi destacada a mobilização que vem sendo construída, como o lançamento do Comitê Estadual em defesa das empresas estatais, a entrega de carta aberta à população, a paralisação em Novo Hamburgo contra a precarização das condições de trabalho e outras iniciativas.
Quanto a proposta da empresa, foi destacado que a mesma representa um ataque aos direitos dos trabalhadores, como uma reposição que sequer repõe a inflação, retirada do banco de horas, além de retirada de conquistas como o vale peru e rebaixamento de diversas cláusulas.
Não podemos mais aceitar acordos que só nos tiram direitos. Já tivemos a implantação de acordos bianuais, muitos dos nossos acordos foram parar no TST sem qualquer ganho para os trabalhadores.
Fazer a maior greve da categoria
O Sindicato também destacou a importância da participação maciça dos trabalhadores na assembleia com deflagração de greve que está sendo chamada para o dia 14 de setembro. O Sindicato está tomando todas as medidas necessárias para garantir a legitimidade do movimento e conclama a categoria a realizar a maior greve da sua história.
O momento é de ataques aos trabalhadores, com retirada de direitos e privatizações e se não fizermos um forte movimento, esta poderá ser a última luta da categoria como uma empresa pública.
A decisão a ser tomada no dia 14 deve efetivamente representar a vontade e o comprometimento de toda a categoria. Temos que somar força com outras categorias que também lutam em defesa dos direitos e contra a privatização, como bancários, petroleiros e metalúrgicos, entre outras categorias.
Toda a nossa indignação com a proposta rebaixada da empresa e os ataques a direitos da direção do Correios e do governo devem ser convertidos em vontade de lutar e mobilização.
Agenda de atividades
Durante a assembleia também foi anunciada uma agenda de mobilização em conjunto com as demais categorias:
- Dia 12/9 – Ato em defesa das estatais, às 12h, em frente ao Banrisul (Ag da Praça da Alfândega);
- Dia 12/9 – Reunião de delegados e ativistas no Sindicato, às 18 horas. Esta reunião é de fundamental importância para organizarmos o movimento grevista do dia 14;
- Dia 14/9 – às 19h, no salão da Pompeia, Assembleia Geral com deflagração da greve (haverá também assembleias na subsedes);
- Dia 15/9 – Ato unificado.
Fonte: Sintect-RS

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