Companheiros e Companheiras ecetistas de todo Brasil Nessa matéria gostaria de indagar sobre algumas perguntas que ficaram sem resposta dura...
Companheiros e Companheiras ecetistas de todo Brasil
Nessa matéria gostaria de indagar sobre algumas perguntas que ficaram sem resposta durante a negociação do acordo coletivo desse ano, muitas delas são questionadas constantemente nas unidades, nas ruas e, principalmente, nas redes sociais.
A empresa apresentou uma proposta, onde na minha avaliação, causou um racha e alvoroço na categoria, até mesmo antes de termos a minuta completa, contendo todas as cláusulas e as possíveis pegadinhas e armadilhas que a ECT sempre inclui em nossos acordos coletivos.
Caros companheiros, muitas perguntas estão sem resposta, aliás, diversas contradições estão surgindo, principalmente após a empresa apresentar a proposta às Federações (FINDECT e FENTECT). Tais como, existe mesmo um déficit bilionário nas contas dos Correios, por que a empresa não aprovou ainda as suas contas e, por que de uma hora pra outra temos dinheiro para incorporar tudo aos salários, entre outras.
As assembleias que decidirão sobre a possibilidade de greve ou não, ocorrerão no dia 14/09, de forma unificada em todo país, certamente irão aparecer os heróis, os pelegos e os “salvadores” da categoria. Diante dessas perguntas peço aos trabalhadores de todo país que analisem e cobrem transparência de suas representações quanto as cláusulas e garantias previstas em nosso acordo coletivo de trabalho.
Perguntas ainda sem respostas:
1. Por que até agora não foi apresentado o balanço financeiro da ECT?
2. Por que a ECT dizia que o pagamento dos salários dos empregados só poderia ser feito até setembro e, de repente, apresenta uma proposta com antecipação da incorporação dos valores da GIP e parte da inflação?
3. Por que a ECT firmou o 2º termo aditivo ao ACT 2015-2016, incorporando ao salário base parte da GIP (que já era para ter ocorrido em maio) mesmo sem a aprovação das contas (lucro líquido) pela Assembleia Geral Ordinária?
4. Por que o atual presidente dos Correios, Guilherme Campos, revogou a medida adotada pelo anterior, Giovanni Queiroz, que havia reduzido o salário da presidência de R$ 46 mil para R$ 27,8 mil e o dos 8 vice-presidentes da empresa de R$ 40 mil para R$ 24 mil?
5. Por que a ECT ficou tantos anos sem fazer revisão e reajuste do valor das tarifas postais?
6. Qual é o ganho e quais serão as perdas que a empresa, os funcionários e a população terão com o DDA?
7. Quanto a ECT gastou e eventualmente faturou com o patrocínio às olimpíadas e paraolimpíadas?
8. Qual é o custo com contratos realizados sem licitação (contratação direta)?
9. Qual é o custo com venda e locação de imóveis?
10. Qual é o custo com a CorreiosPar?
11. Por que na negociação com as federações dos sindicatos a ECT alegou que os valores das pautas dos trabalhadores ultrapassam a receita dos Correios se a receita não foi apresentada?
12. Por que na negociação com as federações dos sindicatos a ECT relatou dificuldades em manter o plano de saúde nos atuais moldes, ressaltando a necessidade de modificá-lo para garantir sua sustentabilidade, mas sequer apresentou dados concretos e integrais quanto às supostas dificuldades?
13. Por que a ECT não respondeu a representação dos trabalhadores sobre os descredenciamentos e demais problemas apresentados pela Postal Saúde?
14. Quanto custava o plano de saúde antes e quanto custa depois da gestão da Postal Saúde?
15. Por que a ECT não pagou a PLR de 2015?
16. Por que a ECT não toma como parâmetro mínimo, para negociar nossos salários, a reposição da inflação com base no INPC (9,56%)?
17. Haverá um gatilho sobre os 3% (restante da inflação), caso ela ultrapasse e vá as alturas superando os 9% proposto pela ECT, assim como foi no acordo coletivo de 2009-2011?
18. Temos de fato, garantias concretas, de que a empresa não será privatizada?
19. Por que a ECT não paga a RTSA referente ao déficit do Postalis?
20. E a principal e, mais importante de todas, a empresa conseguirá desmobilizar e quebrar um movimento que estava se mostrando tão forte e unificado?
Por fim, venho ressaltar que para se ter uma greve forte, precisamos que todos estejam engajados com essa luta, e caso os trabalhadores não tiverem garantias de que mudanças ou surpresas não ocorrerão futuramente em nosso acordo coletivo. A solução será a de lutarmos!
Voltamos a ressaltar que só a luta dos trabalhadores dos Correios, será determinante para lutarmos contra o retrocesso, pela garantia de nosso emprego, contra a privatização e por um aumento salarial que realmente venha suprir as necessidades dos trabalhadores ecetistas.
Vamos analisar com calma a minuta amanhã.
O Blog Correios do Brasil convoca todos a participarem das assembleias no dia 14/09, vamos lotar e decidir de forma consciente o rumo de nossa luta unificada!
Clique aqui para ler a 11ª ATA da reunião do CNNM e ECT, realizada em 09/09
Nessa matéria gostaria de indagar sobre algumas perguntas que ficaram sem resposta durante a negociação do acordo coletivo desse ano, muitas delas são questionadas constantemente nas unidades, nas ruas e, principalmente, nas redes sociais.
A empresa apresentou uma proposta, onde na minha avaliação, causou um racha e alvoroço na categoria, até mesmo antes de termos a minuta completa, contendo todas as cláusulas e as possíveis pegadinhas e armadilhas que a ECT sempre inclui em nossos acordos coletivos.
Caros companheiros, muitas perguntas estão sem resposta, aliás, diversas contradições estão surgindo, principalmente após a empresa apresentar a proposta às Federações (FINDECT e FENTECT). Tais como, existe mesmo um déficit bilionário nas contas dos Correios, por que a empresa não aprovou ainda as suas contas e, por que de uma hora pra outra temos dinheiro para incorporar tudo aos salários, entre outras.
As assembleias que decidirão sobre a possibilidade de greve ou não, ocorrerão no dia 14/09, de forma unificada em todo país, certamente irão aparecer os heróis, os pelegos e os “salvadores” da categoria. Diante dessas perguntas peço aos trabalhadores de todo país que analisem e cobrem transparência de suas representações quanto as cláusulas e garantias previstas em nosso acordo coletivo de trabalho.
Perguntas ainda sem respostas:
1. Por que até agora não foi apresentado o balanço financeiro da ECT?
2. Por que a ECT dizia que o pagamento dos salários dos empregados só poderia ser feito até setembro e, de repente, apresenta uma proposta com antecipação da incorporação dos valores da GIP e parte da inflação?
3. Por que a ECT firmou o 2º termo aditivo ao ACT 2015-2016, incorporando ao salário base parte da GIP (que já era para ter ocorrido em maio) mesmo sem a aprovação das contas (lucro líquido) pela Assembleia Geral Ordinária?
4. Por que o atual presidente dos Correios, Guilherme Campos, revogou a medida adotada pelo anterior, Giovanni Queiroz, que havia reduzido o salário da presidência de R$ 46 mil para R$ 27,8 mil e o dos 8 vice-presidentes da empresa de R$ 40 mil para R$ 24 mil?
5. Por que a ECT ficou tantos anos sem fazer revisão e reajuste do valor das tarifas postais?
6. Qual é o ganho e quais serão as perdas que a empresa, os funcionários e a população terão com o DDA?
7. Quanto a ECT gastou e eventualmente faturou com o patrocínio às olimpíadas e paraolimpíadas?
8. Qual é o custo com contratos realizados sem licitação (contratação direta)?
9. Qual é o custo com venda e locação de imóveis?
10. Qual é o custo com a CorreiosPar?
11. Por que na negociação com as federações dos sindicatos a ECT alegou que os valores das pautas dos trabalhadores ultrapassam a receita dos Correios se a receita não foi apresentada?
12. Por que na negociação com as federações dos sindicatos a ECT relatou dificuldades em manter o plano de saúde nos atuais moldes, ressaltando a necessidade de modificá-lo para garantir sua sustentabilidade, mas sequer apresentou dados concretos e integrais quanto às supostas dificuldades?
13. Por que a ECT não respondeu a representação dos trabalhadores sobre os descredenciamentos e demais problemas apresentados pela Postal Saúde?
14. Quanto custava o plano de saúde antes e quanto custa depois da gestão da Postal Saúde?
15. Por que a ECT não pagou a PLR de 2015?
16. Por que a ECT não toma como parâmetro mínimo, para negociar nossos salários, a reposição da inflação com base no INPC (9,56%)?
17. Haverá um gatilho sobre os 3% (restante da inflação), caso ela ultrapasse e vá as alturas superando os 9% proposto pela ECT, assim como foi no acordo coletivo de 2009-2011?
18. Temos de fato, garantias concretas, de que a empresa não será privatizada?
19. Por que a ECT não paga a RTSA referente ao déficit do Postalis?
20. E a principal e, mais importante de todas, a empresa conseguirá desmobilizar e quebrar um movimento que estava se mostrando tão forte e unificado?
Por fim, venho ressaltar que para se ter uma greve forte, precisamos que todos estejam engajados com essa luta, e caso os trabalhadores não tiverem garantias de que mudanças ou surpresas não ocorrerão futuramente em nosso acordo coletivo. A solução será a de lutarmos!
Voltamos a ressaltar que só a luta dos trabalhadores dos Correios, será determinante para lutarmos contra o retrocesso, pela garantia de nosso emprego, contra a privatização e por um aumento salarial que realmente venha suprir as necessidades dos trabalhadores ecetistas.
Vamos analisar com calma a minuta amanhã.
Clique aqui para ler a 11ª ATA da reunião do CNNM e ECT, realizada em 09/09

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