A sociedade da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) com o Banco do Brasil para a prestação de serviços financeiros não será ren...
A sociedade da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) com o Banco do Brasil para a prestação de serviços financeiros não será renovada. Depois de cinco anos, as duas partes esgotaram suas tratativas para prolongar o contrato do Banco Postal, que termina em 2 de dezembro.
Os Correios já buscam um novo parceiro e devem publicar hoje o edital de seleção, com uma série de inovações no contrato. O prazo será de dez anos, com a possibilidade de prorrogação por mais dez e custará, no mínimo, R$ 1,2 bilhão em duas parcelas, uma no primeiro ano e outra no sexto. Por cinco anos, o BB havia pago R$ 2,3 bilhões. Consórcios formados por até duas instituições financeiras poderão entrar na disputa, abrindo caminho para a participação de bancos de menor porte.
A melhor proposta dos interessados será escolhida com base na combinação dos valores de tarifas por transação repassados aos Correios, bônus a serem pagos às agências postais que fizerem mais transações e eventual ágio sobre o preço de entrada no negócio.
O presidente dos Correios, Guilherme Campos, disse ao Valor que as negociações para a prorrogação da parceria falharam por causa da "diferença entre o que queríamos e aquilo que o BB estava disposto a pagar".
Os Correios já buscam um novo parceiro e devem publicar hoje o edital de seleção, com uma série de inovações no contrato. O prazo será de dez anos, com a possibilidade de prorrogação por mais dez e custará, no mínimo, R$ 1,2 bilhão em duas parcelas, uma no primeiro ano e outra no sexto. Por cinco anos, o BB havia pago R$ 2,3 bilhões. Consórcios formados por até duas instituições financeiras poderão entrar na disputa, abrindo caminho para a participação de bancos de menor porte.
A melhor proposta dos interessados será escolhida com base na combinação dos valores de tarifas por transação repassados aos Correios, bônus a serem pagos às agências postais que fizerem mais transações e eventual ágio sobre o preço de entrada no negócio.
O presidente dos Correios, Guilherme Campos, disse ao Valor que as negociações para a prorrogação da parceria falharam por causa da "diferença entre o que queríamos e aquilo que o BB estava disposto a pagar".
Fonte: Valor

O que nao é divulgado, é que o BB ja havia aplicado multa aos Correios de 1,8bi e resilidido o contrato. Ou seja, a licitação em que o BB foi vencedor foi de mentirinha...
ResponderExcluirAlém do mais, as coisas não são assim tão simples: há um contrato, quem desiste, tem que pagar multa.... Como ja pagamos em 2013.
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